São Paulo, 18 de dezembro de 2017
silêncio silêncio silêncio
gestos
poemas
meus gritos e cartas palavras tantas palavras faz tanto tempo tanto
o relógio
algo sem começo sem meio com fim o calor do verão seca minhas lagrimas o sentimento burro as vezes ainda grita esperneia
não faz isso comigo
me esquece
me deixa
acaba
como deveria ter sido deveria não ter sido
meus ventos de outono tinham te pedido não faz isso comigo eu suplico te suplico
eu grito pra você
paixão paixão paixão
não faz isso comigo
eu sou muito barulho
não fazia parte do seu plano essa mulher
“desencontros acontecem o tempo todo”
meu deus, como eu gosto de você /interrogação/
nem nos meus sonhos te vejo
como eu desperto, Carlos?
o que eu faço com o gato, Carlos?
mata
mata
mata
que andar do inferno nós estamos?
qual o rastro que você deixa?
eu sei o meu.
